Controlando seu Fluxo de Caixa Direto no BSuite

Ao investir centenas de milhares de reais em um Sistema de Gestão Integrado (ERP) espera-se que ele resolva uma das principais necessidades das empresas: Controlar o Fluxo de Caixa.

Porém, os ERPs são sistemas transacionais: eles registram de maneira organizada e padronizada, dentro das normas legais e contábeis, cada transação da empresa, seja ela contas a pagar ou contas a receber. Não possuem, portanto, a inteligência necessária para a gestão financeira da empresa.

Justamente por isso, conforme este artigo que publicamos recentemente no jornal contábil, percebemos que um dos principais equívocos dos empresários ao implantar um sistema integrado é a ilusão de que o ERP entregue todas as funcionalidades necessárias para a gestão de caixa da companhia.

“Da mesma forma como a área de logística opera um software específico (roteirização de entregas por exemplo) e a área comercial utiliza um CRM (no relacionamento com clientes), a área financeira precisa de um software específico para auxiliar a gestão de caixa da empresa”

Renan Silva Coordenador Financeiro da MAXIBRASIL COSMÉTICOS.

Atento a esta necessidade de mercado, a BSuite desenvolveu uma nova aplicação: Fluxo de Caixa Direto!

Trata-se de um modelo OLAP conectado aos principais sistemas de gestão de mercado: Totvs Protheus, Totvs RM, Totvs Datasul, Sankhya e Senior.

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Custo Padrão ou Custo Orçado?

Muitos internautas recorrem ao Blog da CUSTEIO buscando entender a diferença entre custo standard (padrão) e custo orçado.

Para elucidar as dúvidas tanto de contabilistas, quanto de profissionais da área de controladoria e finanças, este post analisa o custo padrão sob as óticas: Contábil/Gerencial e Contábil/Societária/Fiscal.

Abraço e boa leitura

Lucas

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Transforme dados em oportunidades

Os dados estão em todos os lugares e são cada vez mais abundantes e disponíveis. Olhar para eles atentamente pode ajudar as organizações a identificar diversos insights, analisar tendências e produzir cenários, protegendo-se de ameaças, gerando oportunidades e, consequentemente, mais negócios.

A evolução tecnológica fornece às empresas recursos fundamentais para gerar e analisar dados, a fim de que gestores possam traçar as melhores estratégias para obter mais sucesso. Como a orientação por dados tem sido um caminho natural em cenários que exigem agilidade nas tomadas de decisões, ferramentas mais modernas, desenvolvidas com inteligência artificial, capacitam seus usuários a identificarem padrões imparciais em seus dados, para que possam tomar decisões de forma mais objetiva.

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TOP 10 ERROS da tabela SE5 do Protheus

Todos nós sabemos que a SE5 do PROTHEUS está com os dias contados.

Foram mais de 30 anos convivendo com uma tabela que virou, ao longo do tempo, ponto crucial para a evolução do ERP da TOTVS, ficando evidente que, cada nova funcionalidade implementada na SE5, transformou, o que originalmente era para ser apenas a Tabela de Movimentação Bancária do PROTHEUS, em uma verdadeira “colcha de retalhos”.

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Por que os ERPs NÃO calculam a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO?

A discussão é longa e dificilmente trazida à tona pelas fabricantes de ERP.

Já os profissionais de Controladoria e Finanças (custeio absorção industrial), convivem com essa situação há anos.

Mas ninguém de fato ataca o problema:

Como obter a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO se os ERPs não separam o custo médio dos estoques entre fixo e variável?

Antes de mais nada, precisamos separar os ERPs nacionais (TOTVS, SENIOR, SANKHYA, ETC) dos ERPs globais (SAP, ORACLE, DYNAMICS, ETC).

No caso específico do SAP, tido por muitos como “o melhor sistema integrado”, é possível medir a MARGEM DE CONTRIBUIÇÃO, desde que, ao ativar o Ledger de Materiais, sejam configurados os elementos de custo.

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Quais os check points vitais durante o processo de fechamento de custos?

No custeio por absorção, onde os gastos variáveis (matérias primas, insumos, embalagens) advêm do módulo de estoque e, os gastos fixos, da contabilidade, fica evidente que os dois primeiros passos para o fechamento de custos são:

I) Fechar e atualizar o custo médio dos estoques (itens comprados);

II) Contabilizar todos os custos fixos, tais como: folha, depreciação, material de uso e consumo, serviços contratados e, inclusive, o custo dos itens comprados (calculados no item 1). Todos estes GGFs (gastos gerais de fabricação), uma vez contabilizados, servirão de base para o cálculo de custo dos produtos acabados e semi-acabados;

Finalizada as duas etapas acima, quais são os próximos passos?

Quais controles devo ter para garantia (de prazo e acurácia) dos números apresentados?

O post de hoje demonstra exatamente o processo de fechamento de custo industrial, e esclarece, de uma vez por todas, os principais check points que devem ser observados em cada etapa, evitando, com isso, surpresas desagradáveis ao final do fechamento.

Um abraço e boa leitura!

Lucas Martins da Costa Moreira

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Regime de Compras ou Regime de Competência?

Com certeza você já ouviu falar em regime de competência e regime de caixa. São dois conceitos consolidados e largamente utilizados por empresas de qualquer porte.

Porém, você ainda não deve ter ouvido falar em “Regime de Entrada” (ou “Regime de Compras”), correto?

O post de hoje aborda justamente este conceito de “Regime de Entrada”, discutindo claramente a sua função e utilização no ambiente empresarial.

Um abraço e boa leitura!

Lucas

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Conciliar é comparar!

Conciliar nada mais é que comparar duas bases distintas, garantindo exatidão dos números apresentados ao fisco e aos acionistas.

Mas como fazer essa comparação de maneira eficiente, minimizando multas fiscais, fraudes e erros?

Tendo em vista que a contabilidade é a principal provedora de informações para governo e gestores, uma conciliação eficiente do Balanço Patrimonial garante a ACURÁCIA dos números apresentados.

Porém, para conferir os valores contábeis, é necessário que os setores (financeiro, estoque, fiscal, folha, jurídico, produção, etc) forneçam relatórios de suporte CONSISTENTES!

O post de hoje aborda exatamente isso.

Um manual prático e didático para garantir informação 100% CORRETA na sua organização, tanto na origem (relatório auxiliar de suporte), quanto no destino (contabilidade).

Um abraço e boa leitura.

Lucas


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